O jogo acontece na cidade de San Paro, onde Justiceiros e Criminosos estão constantemente em batalha. APB oferece um alto nível de customização como características físicas do personagem, roupas, carros, símbolos...Conforme o personagem aumenta de nível e desbloqueia NPCs (cumprindo missões), as opções para compra de roupas, carros e armas também aumentam. Quanto maior sua reputação e quanto mais contatos você desbloquear, mais opções de compra terá. Munição poderá ser encontrada a venda nas máquinas Joker, espalhadas nos 3 distritos. Atividades envolvendo missões, roubos e perseguições permitem ao jogador ganhar dinheiro de jogo, que pode ser usado para compra e melhoria de armas, veículos ou mudança no próprio visual. Por exemplo, os criminosos em jogo poderão roubar o comércio da cidade e o mecanismo do jogo enviará avisos aos justiceiros com as habilidades requisitadas para impedirem o roubo, prenderem ou até mesmo eliminar estes criminosos e recuperarem as mercadorias.
Dependendo da facção escolhida, os jogadores obterão um nível de Prestígio (Justiceiros) ou de Notoriedade (Criminosos), que varia de 0 a 5. O nível aumentará de acordo com a performance do jogador, como por exemplo, matando oponentes, completando missões com sucesso ou realizando atividades pertencentes a sua facção. Para criminosos, isto inclui também assaltar pedestres ou motoristas, e para justiceiros prender os criminosos impedindo suas ações. O nível diminuirá se o jogador impedir ou cessar as ações que favorecem sua facção. Por exemplo: matar companheiros do mesmo time, morrer em ação, etc. •Nível 0: O jogador é livre para fazer o que quiser e não terá inimigos despachados contra eles. •Nível 1: O jogador receberá pequenas recompensas com o cumprimento de missões e jogadores inimigos poderão ser despachados contra eles se houver testemunhas em certos atos cometidos. •Nível 2: As recompensas aumentam um pouco e inimigos serão despachados contra ele em missões. •Nível 3: As recompensas aumentam e inimigos serão despachados independentemente de suas ações. •Nível 4: As recompensas aumentam substancialmente e inimigos ainda serão despachados contra o jogador. •Nível 5: O jogador estará carregando uma recompensa pela sua captura. Isto significa que ele pode interagir com qualquer jogador do servidor, pode matar ou ser morto por qualquer um, seja ele criminoso ou Justiceiro. O jogador receberá uma grande quantia de dinheiro de jogo e uma recompensa notória por ter conseguido o grande feito de matar um jogador de alto nível de ameaça. A recompensa (Bounty) pode ser excluída com a morte ou com a redução do nível de prestígio/notoriedade.
Requisitos Mínimos
Processador: Intel Core 2 Duo ou AMD equivalente
Velocidade do processador: 2 núcleos de 2 GHz
Memória RAM: 2 GB
Memória de vídeo: 256 MB
Chipset de vídeo: NVIDIA 7800 GT
Direct3D: Sim
Versão do DirectX: 9.0c
Sistemas Operacionais: Windows XP, Windows Vista, Windows 7
Espaço: 20 GB livres em disco
Requisitos Mínimos para Windows Vista / 7 / 8
Processador: Intel Core 2 Duo ou AMD equivalente
Velocidade do processador: 2 núcleos de 2 GHz
Memória RAM: 3 GB
Outros: Fone de ouvido, microfone e conexão com internet banda larga
ArcheAge é um MMO gratuito voltado para ação disponível para Windows. Com um visual impressionante e um sistema de combate fluído, o jogo o oferece liberdade e diferentes opções de escolha para os jogadores, principalmente na criação de personagens. Confira a análise desse belíssimo RPG de mundo aberto
Sistema de criação personalizado
O primeiro destaque que chama a atenção em ArcheAge é seu caprichado criador de personagens. Com ele é possível editar quatro raças principais, sendo elas os Nuians, Elfos, Firran e os Harani, cada um com características específicas e habilidades que podem ser combinadas com uma classe.
O criador permite que você altere cada traço do rosto do personagem individualmente, sendo possível criar seres únicos para a sua aventura. Além dos traços, os cortes de cabelo, detalhes do rosto, estampas e padrões são bem variados. Com isso, a personalização compensa a pouca variedade de raças e ainda oferece bastante liberdade para o jogador criar. No entanto, não existe opção de customização para o peso ou tamanho do corpo.
Escolhendo um lado
As raças em ArcheAge estão divididas em duas facções, que atualmente estão em guerra. Na facção do oeste você terá Nulan, que são os típicos seres humanos e os belos Elfos. Já na do leste, você poderá escolher entre os Harani, que são humanos com traços mais orientais, e também os Firrari, que são criaturas com características de animais – neste caso, os felinos.
Cada raça possui características marcantes, além de duas habilidades específicas que podem ser combinadas com uma classe para obter um melhor desempenho nos combates. A simplicidade é o ponto chave de ArcheAge e por isso, mesmo com diversas opções, é relativamente fácil criar e planejar o seu personagem da forma que quiser.
Sistema de classes
O sistema de classes também mantém essa simplicidade, sem deixar de oferecer uma boa variedade de opções aos jogadores. Há dez conjuntos de habilidades diferentes, passivas e ativas. Você pode combinar três conjuntos para formar uma única classe. Ou seja, ArcheAge oferece cerca de 120 combinações diferentes de habilidades para o seu personagem, mesmo com apenas seis classes.
Você ainda pode alternar entre essas habilidades ou buscar um NPC para trocar todas elas e mudar sua estratégia de combate completamente, a qualquer hora. Claro que nem tudo é fácil, e você deverá treinar cada classe e habilidade individualmente. Porém, esse sistema dá mais liberdade ao jogador de escolher o que ele deseja ser e qual classe se encaixa melhor ao seu estilo atual de combate.
Missões repetidas
A parte desanimadora é que ArcheAge cai na mesma repetição de muitos outros RPGs Online; ele possui uma série de missões repetitivas que consistem em encontrar um item, derrotar uma criatura específica ou enviar informações a determinado NPC. A boa notícia é que você pode escolher o nível de comprometimento com suas missões, podendo ganhar bônus ao selecionar mais dificuldade.
As missões também ajudam a contar um pouco da história do game, mas não tem tanta profundidade – assim como a própria narrativa principal. Elas são uma ótima forma de conseguir experiência, porém, se tornam rapidamente repetidas e bastante entediantes para um mundo aberto cheio de possibilidades.
Interação é importante e necessária
Diferente de outros MMOs onde é possível ter uma experiência totalmente individual, em ArcheAge os jogadores precisam interagir uns com os outros. Isto porque grande parte dos itens precisam ser comprados diretamente de outros jogadores, já que você não encontrará boa parte deles em mercados ou NPCs comuns. Será preciso interagir e negociar para conseguir poções, armas e equipamentos.
O que nos leva a um dos pontos de destaque do jogo: sua economia. Aqui é o jogador que dita as regras da moeda e como ela vai funcionar. Se a moeda é valorizada ou não, dependendo do produto ou material. Você mesmo produz, decide o preço e vende.
Com base nisso, outros jogadores vão ditando os preços e estabelecendo um mercado independente dentro do game. Ou seja, se um item for difícil de conseguir, você certamente poderá vendê-lo a um preço maior e poderá influenciar seu preço em outros lugares.
Um sistema de crafting bem completo
O grande responsável pela economia é o sistema de busca, coleta e criação (crafting) de itens em ArcheAge. Ele é um dos principais, senão o maior destaque do game. Além da grande variedade de itens que podem ser criados, o sistema também possui diferentes mini classes que podem ser aprimoradas para desenvolver tipos específicos de objetos.
Os materiais são coletados de fontes naturais, ou seja, na exploração do mapa ou matando criaturas. A parte mais interessante é que você ainda pode conseguir um pedaço de terra para construir uma fazenda e cultivas grande parte da sua matéria-prima por lá. Ou, para aqueles que preferem algo mais fácil e não se importam em jogar sujo, podem até mesmo roubar de outros jogadores.
Isso pode acontecer se você usar fazendas públicas, mas você ainda pode recorrer ao seu próprio pedaço de terra. Claro que isso tem um preço e, neste caso, ele é real; apenas os assinantes podem ter acesso a um terreno próprio. Apesar de ser gratuito, ArcheAge possui uma opção de assinatura mensal (US$ 15 dólares) que garante benefícios e privilégios a esses jogadores dentro do game.
Principalmente porque o jogo possui um sistema de pontos de “Labour”. Eles são pontos necessários para você realizar uma determinada atividade. Caso ele se esgote, você precisará esperar que os pontos se regenerem – e isso só acontece quando se está logado. Já os usuários que pagam, chamados de “Patronos”, eles podem recarregar seus pontos de “Labour” até mesmo quando estão offline. Esse sistema faz com que os jogadores gratuitos tenham que tomar decisões mais estratégias para administrar seus pontos.
Gratuito X Pago
ArcheAge é um jogo gratuito, mas ele possui pacotes e opções de assinatura para aqueles que querem evoluir mais rápido dentro do game. A boa notícia é que seja pago ou gratuito, os jogadores não possuem uma diferença de evolução tão grande e a maior vantagem da assinatura é não ter que esperar para realizar determinadas atividades que demandam mais tempo.
Por exemplo, o jogo possui um sistema de “cooldowns” para certas atividades, onde você precisa esperar para realizá-las novamente, como é o caso dos pontos de “Labour”, que precisam ser recuperados com o tempo. Para os assinantes, esse tempo passa mesmo quando eles estão offline e eles sofrem menos com restrições de level.
À princípio, ser um jogador gratuito pode limitar bastante o início do seu game e o quanto você pode produzir durante um dia, principalmente porque sua capacidade de trabalhar só se regenera quando você está logado. Porém, durante o seu progresso no game, fazer dinheiro se torna fácil e você não terá mais grandes dificuldades, além de poder comprar poções que diminuem seu tempo de espera.
Microtransações
Apesar de ser gratuito, ArcheAge possui microtransações. Ou seja, você pode gastar dinheiro real em pacotes, assinaturas e até mesmo itens dentro do jogo. Felizmente, diferente de outros títulos, ArcheAge mantém um bom equilíbrio entre o nível dos jogadores que preferem comprar com dinheiro real e aqueles que não querem gastar um centavo.
Claro que existem vantagens para aqueles que pagam, mas é possível ter uma experiência completa e satisfatória dentro do game sem gastar absolutamente nada. Cabe ao jogador decidir se ele prefere ser gratuito ou membro “Premium”. Porém, ainda há algumas vantagens interessantes para aqueles que pagam, que podem deixar o jogo desbalanceado em determinados momentos.
PVP e uma vida de crimes
Um dos grandes pontos centrais de ArcheAge é seu sistema de combate e PVP. Como a história do jogo é focada na guerra das facções, existem áreas liberadas para o PVP e combate entre jogadores. Para evitar uma matança descontrolada, algumas dessas áreas possuem objetivos específicos, além de dar bônus se você matar personagens da facção inimiga.
O mundo aberto se estende ao PVP e você encontrará zonas de paz e guerra a todo o momento pelo mapa. Isso acaba gerando diferentes situações dentro do game, algumas realmente emocionantes e outras bem frustrantes, como ser atacado sem aviso com vida baixa enquanto está matando uma criatura. Para aqueles que gostam de ação constante, ArcheAge pode ser o jogo certo. Mas para aqueles que preferem uma experiência mais solo ou sem combate, pode não ser a melhor escolha.
A boa notícia é que, apesar do mundo ser aberto ao PVP, os jogadores podem ser condenados por comportamentos abusivos. O jogo possui um sistema de crimes que marca os jogadores como “procurados”. Eles podem ser perseguidos, mortos pelos outros jogadores ou até mesmo ser preços na cadeira. Fugir é uma opção em todos os casos, mas isso não mudará o seu status. E sua sentença na cadeira deverá ser cumprida em tempo real.
Um mundo belo e impressionante
Mesmo com tantas opções de personalização, o que primeiro chama a atenção em ArcheAge é seu belíssimo visual. O jogo capricha no detalhamentos dos personagens e cenários, garantindo paisagens incríveis durante as aventuras dos jogadores.
E como o seu mundo é todo explorável, seus cenários são um verdadeiro colírio para os olhos em todos os momentos. Infelizmente, essa beleza toda pode ser um tanto pesada para computadores mais antigos e você provavelmente precisará atualizar o seu PC se quiser jogar nas configurações máximas.
Conclusão
ArcheAge é um excelente MMO que traz uma boa variedade de opções para os jogadores gratuitos. Apesar de ter um sistema de microtransações que pode desbalancear o jogo em certos momentos, ainda é possível ter uma experiência completa sem pagar nada. Seu sistema de personalização e criação são o grande destaque do título, junto com seu visual impressionante. O game é uma boa pedida para os fãs de RPG online e um bom sistema de combate.
À primeira vista é fácil acusar Rift de ser apenas mais um MMORPG de fantasia. Em certa medida - se estás farto da formula de Everquest, provavelmente não irás gostar deste jogo mas quem ainda conseguir divertir-se com um método de jogo tradicional, tem aqui um jogo com excelentes características únicas, sendo as mais óbvias: o sistema de classesascended soul e os eventos dinâmicos conhecidos como rifts.
As ascended souls são uma excelente forma de dar aos jogadores uma série de maneiras diferentes de como o jogo pode ser jogado a nível individual. Basicamente cada soul é umaskill tree diferente, completada com feitiços e habilidades únicas, que representam uma visão diferente dos tipos tradicionais dos MMORPGs. Por exemplo o Cleric é umhealer,mas possui uma série de caminhos diferentes como classes de dano até healers melee ou healers AOE. Cada uma das souls terá um caminho completamente diferente.
Os rifts são a principal característica do jogo. Não se pense que são apenas uma forma dequest pública, onde os jogadores se juntam para destruir algo, pois os rifts fornecem àTrion, conteúdos dinâmicos consistentes baseados nas actividades dos jogadores em determinadas áreas e num determinado tempo.
Na teoria os rifts funcionam um pouco como as Public Quests de WAR, onde aparecerão vários inimigos que temos de derrotar para no fim combatermos com um boss de modo a poder fechar o rift. Este sistema promete porque é guiado pelas acções dos jogadores, não havendo apresentações estáticas que ficariam sem uso durante semanas. Estas só acontecerão baseadas na actividade dos jogadores. Os rifts são sem dúvida uma grande arma para a Trion e só é possível graças a uma excelente arquitetura de servidores.
Rift possui todos os detalhes normais de outros jogos online, como: coleções para exploradores, muito crafting, variadas instâncias e opções de World PvP, boa economia, um sistema de guilds completo com níveis e regalias e centenas de achievements, etc...
Mas já a nível de combate a solo, a sua jogabilidade parece um pouco monótona. No entanto, todas as quests feitas em grandes grupos, todos os seus jogadores têm direito a experiência, o que é um bom incentivo para andar sempre acompanhado.
Até ao momento , todas as áreas com quests têm estado com grandes quantidades de jogadores, o que é sem dúvida uma excelente notícia para Rift. Há literalmente centenas de pessoas a participar nos eventos e os servidores não têm qualquer falha, nem o sistema pára. É um grande teste à tecnologia que a Trion criou por detrás do seu jogo, que mostra a sua grande estabilidade mesmo com grandes multidões e interacção numa só área.
Se nos lembrarmos de lançamentos de MMOs anteriores podemos concluir que esta é a maior inovação deste jogo.
Pode dizer-se que Rift agradará aos fãs de MORPGs tradicionais, uma vez que pega num modelo já bem conhecido e acrescenta algumas boas qualidades e inovações.
Nunca é demais destacar o seu excelente lançamento, desde logo a apresentar um grande grau de polimento e estabilidade.
Requerimentos do jogo
15AGO
Minimum System Specification Operating system: Windows XP, Vista or 7 Processor: Dual Core 2.0 GHz or better Memory: 2 GB Hard disk space: 8.0 GB available Video: Nvidia GeForce FX 5900, ATI/AMD Radeon X300, Intel GMA X4500 or better. Sound: DirectX 8.1 compliant card DirectX®: 9.0c, June 2010 update Broadband internet connection (DSL, cable modem or other high speed connection)
Recommended System Specification Operating system: Windows XP, Vista or 7 Processor: Core 2 Duo 2.2 GHz or better Memory: 4 GB Hard disk space: 8.0 GB available Desktop Video: Nvidia GTS 250 or better Notebook Video: Nvidia GTX 200M series or better Sound: DirectX 8.1 compliant card DirectX®: 9.0c, June 2010 update Broadband internet connection (DSL, cable modem or other high speed connection)
Projeto ambicioso da Trion Worlds, "Defiance" é um misto de MMO e jogo de tiro em terceira pessoa - quase como um "Borderlands" com centenas de jogadores e um mundo persistente. Também é um projeto transmídia, diretamente ligado ao seriado exibido no SyFy Channel, com eventos que interligam ambas as histórias. É um jogo mais simples do que a maioria dos MMOs e mais complexo, ao menos na parte de evolução de personagem, do que outros shooters. Poderia ser muito melhor e quem sabe em uma próxima investida, alcançe todo seu potencial. Do jeito que está, "Defiance" faz às vezes de experiência divertida mas não que não é cativante o bastante para você trocar seu "Halo" ou "Call of Duty" de todo dia. Pontos Positivos !
MMO para iniciantes
"Defiance" é mais complexo do que a maioria dos shooters atuais, ao menos no quesito evolução do personagem. Mas ainda assim, é mais simples do que outros MMOs, como "Star Wars: The Old Republic" ou "World of Warcraft", por exemplo. Os personagens não possuem classes pré-definidas e sim habilidades que são adquiridas e aprimoradas com o progresso do jogador. Você seleciona uma habilidade principal inicial e vai distribuindo seus pontos a partir dela. É possível adquirir vantagens que melhoram seu desempenho em combate e moldar o personagem de acordo com seu estilo de jogo. Também há armas, granadas e trajes especiais que fazem toda a diferença no calor da batalha. Essas armas podem ser modificadas com itens adquiridos de inimigos ou nas várias lojinhas do game. É preciso admitir: leva um tempo para se entender com a interface de "Defiance", principalmente nos consoles. Mas superado este obstáculo, você consegue desenvolver seu personagem relativamente rápido, sem a necessidade de ficar horas perseguindo inimigos menores para ganhar pontos de experiência.
Ação cooperativa
As missões de "Defiance" se dividem em vários tipos: temos missões principais, ligadas à trama central do jogo. Missões paralelas, desafios de pilotagem, missões episódicas - ligadas ao que está rolando na série de TV - e eventos que acontecem à céu aberto, onde qualquer jogador nas imediações pode participar, os 'Ark Events'. Para a maior parte das missões, você pode formar grupos com até 4 jogadores, mas sem um grupo definido, qualquer um pode entrar na aventura e dar uma mão na briga contra os mutantes e monstros que assolam esse futuro pós-apocalíptico. E é aí que "Defiance" brilha, principalmente nos 'Ark Events', que podem reunir mais de cem pessoas na briga contra os monstros. Você pode estar guiando um caminhão no meio de outra missão, olhar para o lado e ver um evento desses, com um chefão enorme lutando contra um bando de aventureiros. Basta girar o volante e atropelar o monstro, entrando na briga ao lado dos outros jogadores. "Defiance" é muito mais satisfatório nessas horas, mas o jogo tem uma quantidade grande de missões que podem ser cumpridas sozinho, bancando o 'Lobo Solitário'. Essas missões menores ficam repetitivas rapidamente, mas ao alcançar áreas mais avançadas do jogo, as coisas melhoram e surgem aventuras mais diversificadas. Fora da campanha principal, um modo multiplayer competitivo chamado "Shadow War" pode entreter os jogadores por um tempo, mas não é grande coisa. O destaque vai para as missões cooperativas, mapas abertos após realizar certos eventos da campanha e que permitem jogar partidas empolgantes com mais 3 companheiros, abatendo mutantes e cumprindo objetivos específicos.
Suporte constante
A Trion Worlds vem realizando várias mudanças e adições em "Defiance". Jogadores veteranos de outros MMOs sabem que isso é comum, mas não é algo que se vê todo dia nos consoles. Desde o lançamento, o jogo recebeu novas cenas de animação, melhorias no sistema de combate e ajustes nos veículos, entre muitas outras coisas. Eventos envolvendo episódios da televisão rolam com frequência, o que aproxima o jogador do seriado do SyFy Channel - que é, inclusive, exibido no Brasil - e rendem prêmios como trajes exclusivos para quem completar as missões, que não ficam disponíveis por mais do que algumas semanas. No final da primeira temporada, acontecimentos do jogo afetarão a trama da TV e vice-versa.
Pontos Negativos !
Atualizações cansativas
Um grande problema de "Defiance", ao menos nos consoles, é o sistema de atualização do game. Ok, é legal ter conteúdo novo e correções quase semanais, mas ser obrigado a esperar o download desse conteúdo após entrar no jogo é cansativo e entediante. Você fica lá, esperando a taxa de download melhorar, a barra de atualização encher... enquanto o tempo passa. Uma atualização grande pode levar mais de uma hora, e isso com uma conexão de internet bastante decente. No PC você sempre pode sair e fazer outra coisa, em outra janela. Não é esse o caso no PS3 ou no Xbox 360.
Trama mal apresentada
Embora seja ligada diretamente a um seriado de TV em andamento, a trama de "Defiance" é muito mal apresentada: você joga com um Ark Hunter, um personagem mudo, que se limita a cumprir missões para militares, cientistas ou para uma garota alienígena que vai lembrá-lo constantemente que personagens femininas bem desenvolvidas como a mais recente Lara Croft ou Clementine de "The Walking Dead" são exceção e não a regra. A historia é a seguinte: após uma guerra contra os alienígenas Votan e catástrofes envolvendo um processo de terraformação, o mundo se encontra destruído. Os Votan e os humanos se unem - ainda que de forma frágil - para encarar outros perigos, como os mutantes e criaturas monstruosas. No game, você explora a região de San Francisco, nos EUA, após um acidente, em busca do cientista Karl Von Bach e de tecnologia alienígena que pode salvar a raça humana... é tudo bem clichê, mas serve como desculpa para as missões divertidas, exploração, corridas de quadriciclo e batalhas com centenas de jogadores ao mesmo tempo.
Tiroteio fraco
A Trion Worlds é experiente quando o assunto são MMOs: é a produtora de "Rift", de onde "Defiance" puxa o conceito de seus Ark Events. Porém, este é o primeiro shooter da empresa e isso é perceptível até demais. Os tiroteios em "Defiance" são constantes, mas não passam a emoção do combate. Os disparos não parecem ter peso ou impacto e as armas não tem uma resposta decente nos controles. Em RPGs online medievais, como "Rift", tudo bem. Você aceita a idéia de clicar e deixar as estatísticas duelarem. Mas "Defiance" é um jogo de tiro em terceira pessoa, nos moldes de "Borderlands". E nesse gênero, é preciso transmitir adrenalina para o jogador. Cada arma deve ser diferente e passar uma sensação empolgante, coisa que simplesmente não acontece.
A história deste jogo não é complexa, mas nem por isso deixa de ser interessante de seguir. Neste título, vestimos a pele de Lauren, que vai tentar desvendar o misterioso desaparecimento de sua amiga, Kate. Tudo começa em casa de Kate, quando Lauren a encontra vazia, num silêncio absoluto.
Lauren depressa fica a saber que algo de assustador se passou, quando encontra pela casa desenhos estranhos pintados nas paredes e também em papel de Slender Man. Cabe a Lauren refletir, encontrar o maior número de pistas possível e enfrentar a escura floresta em busca de Kate.
Muitos sustos, muita adrenalina e muita corrida vão testar a coragem e o discernimento de Lauren, em alturas de stress. A floresta é escura, silenciosa e esconde vários perigos, principalmente o Slender Man que está sempre à espreita.
A mecânica do jogo é simples, somos munidos de uma lanterna e nada mais. Aqui, só podemos contar com a nossa inteligência, destreza e em caso de nada dar certo, fugir pela vida. Mas, não contem fazer sprints a cada minuto, pois tal como na vida real, aqui a personagem também se cansa.
Ao longo de todo o jogo apenas temos a perspectiva de primeira pessoa, daí que, não há muito a dizer sobre a naturalidade dos movimentos, basicamente é movimentar com o rato. De salientar que, o Oculus Rift é oficialmente suportado, basta terem o vosso jogo atualizado.
A premissa é, com a ajuda da lanterna, descobrir o nosso caminho pela densa floresta, ao mesmo tempo que tentamos encontrar pistas (papeis escritos com várias informações) sobre o que poderá ter acontecido a Kate e também ao seu amigo de infância C.R, que foi para a floresta antes de Lauren.
Mas, não será apenas isso, terão outros desafios pela frente, tais como encontrar chaves, ligar geradores e claro está, tentar esquivar ao máximo das garras do Slender Man. Existirão alturas, que só vão querer que ele simplesmente desapareça, tal o desassossego que provoca na nossa mente.
A nível gráfico, o jogo é bastante limitado. Não que tenha um grafismo de uma década atrás, mas é evidente a diferença para outros jogos de terror, como por exemplo o Outlast, que saiu igualmente no ano transato.
Contudo, diferentes níveis de personalização das texturas são possíveis, desde o Low até ao High, acrescentar Anti-Aliasing e afins. O jogo na qualidade máxima fica incomparavelmente mais bonito do que nos detalhes mínimos, mas também a exigência para o sistema é maior.
No geral, não deslumbra neste quesito, mas cumpre perfeitamente, até porque, o porta estandarte deste jogo não é o grafismo, mas sim, a imersão que pretende e consegue transmitir a quem o joga.Resta então dizer que, apesar de a optimização ter ainda um bom caminho para percorrer, estamos perante um jogo bem conseguido, com um ambiente intenso, que mergulha o jogador numa experiência aterrorizante. Os mais impressionáveis vão saltar da cadeira, vão suster a respiração e vão desejar sair do jogo durante alguns instantes para recuperar o fôlego. Mesmo os chamados homens de barba rija não vão ficar indiferentes, e no final vão ficar a pensar que afinal a barba não é tão rija assim.
Existem várias dificuldades para escolher e o tempo de jogo vai depender delas. Quanto mais baixa a dificuldade, mais rápido se terminará, mas também menos se tirará partido de tudo o que o jogo tem para oferecer. Daí que, no mínimo é aconselhável jogar no modo Normal.
Este título é curto, sendo possível completar toda a história com relativa calma em menos de 2 horas (no final têm acesso às estatísticas). É organizado em seis capítulos e o progresso é apenas salvo no final de cada um, por isso, tenham cuidado nas vossas pisadas, se morrerem a meio de um capítulo têm de voltar ao inicio do mesmo. No entanto, na versão Steam têm 23 proezas para conquistar, o que pode aumentar bastante o tempo útil de jogo, além de que, os produtores colocam em todos os novos patchs segredos para encontrar.
Em suma, Slender: The Arrival é bem elaborado, tem uma fantástica atmosfera e é a prova de que um jogo interessante não precisa de ser muito complexo. Este Slender usa formas básicas de assustar, mas que por qualquer razão resultam sempre.
Minecraft é um jogo eletrônico tipo sandbox e independente de mundo aberto que permite a construção usando blocos (cubos) dos quais o mundo é feito. Foi criado por Markus "Notch" Persson. O desenvolvimento de Minecraft começou por volta do dia 10 de maio de 2009. A jogabilidade foi baseada nos jogos Dwarf Fortress, Dungeon Keeper e Infiniminer.Foi vencedor do prêmio VGA 2011 de jogos independentes
Minecraft é um jogo basicamente feito de blocos, tendo as paisagens e a maioria de seus objetos compostos por eles, e permitindo que estes sejam removidos e recolocados em outros lugares para criar construções, empilhando-os Além da mecânica de mineração e coleta de recursos para construção, há no jogo mistura de sobrevivência e exploração.
Jogar Minecraft é usá-lo como ferramenta criativa. Não há forma de vencer em Minecraft, uma vez que não há objetivos requeridos e enredo dramático que necessite ser seguido Os jogadores passam a maior parte de seu tempo simplesmente minerando e construindo blocos de material virtual, daí o nome do jogo. Uma vez que os jogadores tenham coletado e construído um inventário suficiente de recursos, eles usam estas aquisições virtuais para conceber casas e paisagens, muitas vezes construindo todos os tipos de estruturas de blocos.
Também vendeu mais de 1 milhão de cópias no dia 12 de janeiro de 2011, pouco depois da versão Beta do jogo ter sido lançada. Notch diz que mesmo com o jogo lançado, o jogo receberá constantes atualizações. Mais de 11 milhões de usuários únicos se cadastraram no site oficial do jogo, dos quais 25% compraram o jogo Ainda na versão Beta alcançou mais de onze milhões de registros, e vendas de quase três milhões.
Nós viemos. Nós bradamos. Nós conquistamos. Albion Online é um jogo Free-to-Play atualmente em estágio alpha que nos apresenta um MMO sandbox cross-platform para Windows, Mac, Linux, Android e iOS. Pense nele como um mundo vivo sem vendedores NPCs, sem quests e sem NPCs para quem você precise se reportar. Ao invés disso tudo, você, sua guilda e seus amigos decidem quem controla cada coisa. É um jogo com a economia completamente gerenciada pelos jogadores e com um sistema de loot baseado no PvP hardcore.Cidades, prédios e regiões podem ser conquistadas e gerenciadas por uma guilda. Cada região gerenciada por uma guilda pode configurar uma taxa pelo loot, e os novos empreendedores que constroem o comércio podem configurar taxas diferentes para seus amigos, para o público geral e para as guildas quando este comércio for utilizado. O jogo é uma tela em branco, e os jogadores são os pintores.
O mundo do jogo é um servidor enorme, com múltiplas áreas divididas em 3 regras: “seguro”, onde o PvP é proibido; “uma caveira”, onde o defensor tem um ligeiro bônus de combate contra qualquer um que o esteja atacando; e finalmente o “três caveiras”, onde o combate é completamente liberado e não há nenhuma espécie de bônus para atacante ou defensor.Albion Online é um jogo que encoraja o PvP, com os melhores materiais para criação de equipamentos sendo encontrados nas áreas de PvP aberto (“três caveiras”). O jogo também funciona no sistema “loot completo”, o que significa que se você morrer, você perde tudo que estava carregando. Claro que isso traz um grande risco, mas como a velha regra nos ensinou, 'quanto maior o risco, maior a recompensa', e a minha guilda tirou proveito disso muitas vezes (graças ao cavalinho que recebemos por comprar a versão do fundador!)No lançamento do Alpha de inverno eu entrei no mundo de Albion Online com Pyran, um gerente de comunidades de jogos que nasceu e viveu até agora pelo amor e paixão aos jogos PvP. No começo nós dominamos o ‘King’s Market’, que oferecia prédios baratos para iniciantes, nos permitindo montar nosso equipamento até o Grau 3. Estes são os únicos prédios controlados pelo ‘sistema’ e te cobram uma taxa simples de 10%, uma decisão dos desenvolvedores para ajudar os novos jogadores a entrarem no jogo com mais facilidade. Nosso objetivo era se equipar, ganhar dinheiro e conquistar aquela terra. Centenas de outros jogadores enchiam os arredores, então os mobs de monstros e de recursos não apareciam de forma rápida o suficiente para nos animar. O sistema oferece recursos limitados com aparições variadas que refletem sua raridade. Além disso, quanto mais um mob de recurso demorar para ser colhido, mais recursos ou prata ele irá dar. Infelizmente, devido ao alto número de jogadores, assim que um recurso aparecia ele era automaticamente colhido. Isso nos levou a alguns dias de puro “grinding” para conseguir recursos suficientes e nos equipar para enfrentar mobs de níveis mais altos.Com o desejo de conseguir melhores materiais nós nos aventuramos nas áreas PvP de Seamouth e encontramos materiais e mobs intocados, e então ficamos ricos. Nós éramos deuses: logo nos lembramos dos nossos dias iniciais e que as pessoas tinham medo de morrer e perder tudo, então nós capitalizamos e fizemos um dinheiro considerável. Além disso, por nós estarmos em uma área PvP nós tínhamos acesso aos materiais de Graus mais altos, o que nos dava uma boa vantagem inicial na busca pelos equipamentos melhores.Não há classes no jogo, como o slogan dos desenvolvedores te lembra constantemente: “Você é o que você veste!”. Todas as habilidades que você aprende são vinculadas ao equipamento que você usa: use um peitoral de metal e você terá mais resistência à ataques físicos e provocações. Use um robe e tenha resistência à magias e ganhe uma habilidade de recuperação de mana. Os equipamentos oferecem várias habilidades ou magias que você pode criar, e quanto mais você cria mais você libera, conforme vai subindo nos níveis. Eu escolhi jogar de Mago e me equipei com um robe e um cajado.Os prédios também vem em níveis de grau e permitem que os jogadores construam melhores equipamentos. Cada vez que você cria algo você ganha “pontos de destino”, que te leva à liberar o próximo grau.Funciona assim, você colhe troncos Grau 2 de uma árvore Grau 2 e assim pode fazer uma base Grau 2.
Agora você pode pegar essa base Grau 2 e criar um cajado Grau 2. Cada etapa deste processo lhe dá ‘Fama’, que você acumula até alcançar o próximo Grau. Você pode chegar até o Grau 5 nas zonas seguras (embora isso levaria eras), e pode alcançar até o Grau 8 somente nas áreas de PvP aberto. Isto acontece devido aos recursos e prédios serem limitados nas zonas seguras.Tudo que você faz no jogo te dá ‘Fama’, que é vinculada à “Tábua do Destino”, uma grade enorme que rastreia a progressão do seu personagem. Por exemplo, toda vez que você usa um cajado de druida você ganha pontos na área de cajados dessa grade e, eventualmente, você destrava mais uma área que te pedirá situações mais específicas. Agora, toda vez que você usar um cajado de druida você ganhará “pontos do destino” que são utilizados para liberar este novo Grau, e então liberar o outro, e assim por diante. Já no outro lado da Tábua do Destinho você tem as situações de criação de item. Então toda vez que você criar um cajado de druida você ganha mais pontos de destino para evoluir nesta área. É bem fácil de entender o que está acontecendo, mas a primeira impressão é bastante assustadora devido ao grande número de opções que aparece.Como já dito, uma parte muito importante do Albion Online são as guildas, o PvP e o jogo em equipe. Afinal você precisa de uma guilda para poder conquistar uma região. Ter o controle da região te permite configurar uma taxa para qualquer um que quiser ‘farmar’ na sua área, e também lhe garante os materiais de grau alto para que você possa criar itens. Isso permite um alto grau de interação improvisada entre guildas, jogadores e vários acordos políticos. Mesmo que você possa jogar Albion Online sem participar do PvP, você perderia muito com isso. Você precisa achar o seu nicho e o desenvolver realmente pensando em um mundo aberto.Na nossa guilda nós deixamos uma pessoa inteiramente responsável por ser o principal fornecedor de comida para uma certa cidade com o objetivo de termos o monopólio daquela área. Os bancos são locais, a casa de leilão é local, mas a troca acontece pessoalmente. Você não pode enviar item para alguém via correio ou magicamente via teleporte, você precisa pessoalmente levar os itens até quem está comprando, e se você morrer você perde tudo. O jogo promove esta sensação de local e requer a troca de bens. Enquanto jogávamos vimos vários búfalos andando de uma área para outra e inclusive até comprei umas coisas de um ali que estava as vendendo há um preço bem baixo, e depois eu vendi em outra área com um aumento de 250% no preço!! Sucesso!O problema que encontramos no jogo, sendo uma pequena guilda em busca do poder foi a ‘mentalidade zerg’. Por duas vezes fomos completamente dizimados por grandes alianças que simplesmente nos atropelaram ao atacarem em uma proporção de 3 jogadores para cada um nosso. Os desenvolvedores disseram que estão mirando neste problema específico ao fazer com que os ataques em área causem mais danos de acordo com o número de pessoas que receberem o ataque, e outros nerfs/bufs na mesma linha. Enquanto o mundo aberto sofre deste problema de Zergs, a conquista mesmo de uma área, as batalhas pelas regiões, são arenas instanciadas para guildas lutarem em 5 contra 5.O combate GvG (guilda contra guilda) oferece um sistema bastante inteligente e complexo. Quando você conquista uma região você configura quatro horários em que uma outra guilda possa te atacar. Os ataques podem vir em forma de “raids” ou de conquistadores. A “raid” reduz o seu bônus defensivo e o conquistador pode remover uma de suas “medalhas”. Se você perder três medalhas, você perde a região. Este sistema permitiu que uma guilda pequena como a nossa Pyran com 20 a 30 pessoas mantivesse uma região mesmo lutando contra uma guilda de 150 pessoas. Além disso toda guilda pode ter um “tanque de batalha” no qual a guilda pode colocar itens que serão usados nas batalhas. Nós tivemos alguns problemas sérios com o jogo que podem ter sido pelo fato dele ainda estar em Alpha, mas não podemos deixar de comentar. Não tem chat para conversar em grupo (mas uma vez que você entra numa guilda você tem o chat da guilda). Quando nós morremos nós aparecemos na cidade mais próxima, pelados e sozinhos, nos forçando a correr através de uma área de PvP aberto (e provavelmente ser encurralado de novo) para chegar em minhas posses. Era bem irritante e frustrante correr tão longe só para voltar de novo.O jogo será Free-To-Play com uma versão Alpha que você pode participar ao comprar um dos pacotes de fundadores, que além do acesso ao Alpha te dão equipamento, cavalos e uma moeda premium que pode ser utilizada para aumentar sua evolução inicial. Esta moeda premium ainda não é definitiva, mas atualmente você pode a usar para criar itens cosméticos como banners ou troféus com o emblema da sua guilda neles. Ela também pode ser usada para ajudar a pagar as taxas dos prédios e de criação de itens. Obviamente muita gente tem chamado o jogo de “Pay2Win”, mas Albion Online é rapidamente comparado com jogos como Eve Online onde você tem o Plex: é um acelerador, ter ouro pode te adiantar um tempo que você acabaria usando para ganhar fama e destravar os graus, e como eu experimentei em primeira mão, você pode perder tudo em uma luta ruim, ou pode ganhar tudo em uma luta boa.No geral Albion Online traz uma visão única aos MMOs e lembra vagamente outros jogos como o Ultima Online por exemplo, mas o conceito de toda a economia do jogo ser controlada pelos jogadores o diferencia dos MMOs tradicionais. O jogo ainda está em Alpha e os desenvolvedores interagem bastante com a comunidade de uma forma bem amigável. Um dos desenvolvedores se juntou ao nosso TeamSpeak por 15 minutos para responder nossas perguntas; os desenvolvedores também entram no chat global no jogo e no fórum; tanto o reddit quanto outras comunidades online possuem tópicos onde os desenvolvedores respondem as perguntas, discutem sobre futuras decisões e interagem com os jogadores. O jogo tem um enorme potencial, e uma apaixonada equipe de desenvolvedores o criando.Os desenvolvedores nos deram os meios para criar nosso mundo. Nós, jogadores, podemos escolher nosso destino. Fonte: http://jogosonline.uol.com.br/dominiommo/noticias/ultimas/2015/03/04/previa-albion-online.php
Path of Exile é um RPG de ação no estilo Diablo 3 situado em um mundo sombrio de fantasia medieval. O jogo é gratuito, e tenta seguir uma nova tendência chamada de “micro transações éticas”, que basicamente significa que você não terá que pagar para ser bom no jogo.
Em Path of Exile o jogador controla um único personagem em uma perspectiva isométrica e deve explorar diversos tipos de terrenos (desde florestas até masmorras e cavernas), enfrentando monstros e cumprindo Quests para os muitos NPCs do jogo. Todas as áreas exceto o hub principal são sempre aleatórias para manter a atmosfera de surpresa em todas as partidas.
Como é comum neste tipo de jogo, cada inimigo abatido ou baú aberto tem a porcentagem de chance de deixar certo item, que por sua vez também possui seus atributos e aberturas para runas aleatorizados pelo jogo. O objetivo de Path of Exile, como quase todos os jogos do mesmo gênero, é acumular tesouros e equipamento para deixar o seu personagem mais forte.
A história
A narrativa de um jogo como Path of Exile é irrelevante, pois os desenvolvedores não parecem interessados em contar nada de interessante. Ao mesmo tempo que nenhum jogador que compra este jogo parece interessado na história, e sim por sua jogabilidade.
Basicamente o seu personagem acorda na costa de Wraeclast, um continente remoto que servia de prisão para criminosos e outros indivíduos não desejados. Agora ele deve enfrentar uma horda infinita de monstros, além da natureza selvagem do lugar e explorar as ruínas de um templo amaldiçoado ao lado de outros jogadores se ele desejar sobreviver.
Jogabilidade
Se você já jogou Diablo se sentirá em casa com Path of Exile, já que o jogo funciona exatamente igual a todos os RPG de ação da atualidade. O seu personagem percorre masmorras, sobe de nível, utiliza skills e poderes variados e acima de tudo coleciona equipamentos.
No início de uma partida, os jogadores devem escolher entre seis classes que se dividem na especialização de determinados atributos. A última classe, o Scion, só é liberada após o final do jogo e ela tem sinergia com qualquer um dos três atributos principais. Nenhuma das classes bloqueia o uso de qualquer característica do jogo, ainda que certas habilidades serão mais baratas para quem tem afinidade com seus respectivos atributos.
O grande diferencial deste título está no funcionamento da sua progressão, que é quase toda baseada em itens. Ao invés de você ganhar novas habilidades e poderes conforme sobe de nível, eles estão diretamente atrelados as gemas que você encontra, então é possível achar uma gema que lhe dê a habilidade de soltar bolas de fogo, ou se curar.
Normalmente você as encontra pelos espólios do jogo, e pode colocá-las em diversos itens que você está usando para ganhar seus respectivos poderes. Uma luva como uma gema de cura, ou um arco que atira relâmpagos, todo tipo de combinação é possível. Cada uma das gemas também sobe de nível com você, aumentando gradualmente o seu poder.
Outra grande diferença na progressão, são os diferentes tipos de habilidades passivas disponíveis quando você sobe de nível. São coisas como um aumento na sua defesa, ou mais dano com espadas. Este é certamente o mais complexo e gigantesco sistema criado para um jogo deste gênero, com milhares de opções disponíveis para cada jogador.
Apresentação
Visualmente Path of Exile pode ser considerado no máximo como competente, mas no fim, se encontra bem aquém dos demais jogos de seu gênero como Diablo e Torchlight. A maioria dos elementos visuais não é muito original e nem se destaca em particular. Os visuais não são nem os mais realistas e nem os mais criativos ou interessantes em termos de conceitos, tornando tudo um pouco sem graça.
O aúdio de Path of Exile também não apresenta nenhum grande destaque. As melodias são boas e combinam com o tema do jogo, apesar de poderem se tornar um pouco repetitivas depois de muitas horas de griding na mesma masmorra.
Conclusão
Path of Exiles não traz muitas inovações a velha fórmula dos action RPGs baseados em Diablo. Tendo como grandes diferenciais apenas o seu sistema de progresso e o fato de ser gratuito. Para os fãs do gênero, será um prato cheio onde é possível passar muitas horas de diversão em busca dos melhores itens, mas pode parecer uma perda de tempo para quem não gosta tanto desse tipo de jogabilidade.